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O Boss (Vi Keeland)

  • 5 de ago. de 2021
  • 2 min de leitura


PT Antes de qualquer introdução tenho mesmo que referir que não estava nada à espera de gostar tanto deste livro como gostei. Até porque não adorei a capa e, posteriormente, todas as capas que vi desta autora. Na minha opinião, são capas pouco originais e que podiam ser um bocadinho mais trabalhadas. Acabei mesmo por achá-las bastante básicas para a brilhante escrita que está dentro. Acreditem em mim quando vos digo que adorei mesmo a forma que esta autora desenvolve a história e nos envolve naqueles detalhes escabrosamente sexuais que achávamos que nos iam chocar, mas acabamos por querer ler mais e mais.


O BOSS” de Vi Keeland foi publicado, originalmente, a 16 de julho de 2016 e um ano mais tarde lançado pela editora Topseller em Portugal. Este livro insere-se na categoria de romance erótico e, como é óbvio, não é aconselhado a todos os leitores, até porque, como é um tema específico, nem todas as pessoas se interessam por conteúdos mais gráficos, digamos assim. Não é o meu caso e fiquei bastante impressionada com a escritora. Ainda assim tenho que realçar que a tradução também está muito apelativa o que ajuda na fluência da leitura.


“Fear does not stop death. It stops life.”

A Reese e o Chase são o casal que protagonizam o romance neste livro. Eles conhecem-se num restaurante em que Reese está num encontro um bocado aborrecido e vai à casa de banho e na saída acaba por pedir à sua melhor amiga que a safe com alguma “emergência”, o que Chase acaba por ouvir e condena a sua atitude. O Chase também estava num encontro e quando voltam às suas mesas, Chase leva a sua acompanhante até à mesa de Reese e finge que se conhecem há muito tempo, inventando histórias, o que acaba por tornar a noite de Reese mais divertida. Mais tarde, eles voltam a encontrar-se e Chase percebe que a Reese está à procura de emprego e então oferece os serviços de uma amiga que consegue arranjar emprego para as outras pessoas. O que o Chase não mencionou é que essa amiga só recrutava pessoas para a empresa do próprio, e então Reese começa a trabalhar na empresa dele, fazendo com que ele se torne o “boss” como o nome do título indica. No desenvolvimento da história, vemos o romance dos dois a florescer e o desejo físico que sentem um pelo outro, difícil de disfarçar. No entanto, também vamos lendo pequenas passagens do passado de Chase, em que percebemos que existem marcas profundas na sua vida que podem influenciar o seu futuro com a Reese e prejudicar o relacionamento no presente.


Apesar de o livro apresentar umas similaridades com o “Cinquenta Sombras”, este livro conseguiu captar-me mais pela linguagem e as cenas eróticas descritas tiveram um toque mais suave, o que, honestamente, prefiro. Obviamente que houveram alguns momentos mais clichés, mas o facto de o Boss ser descrito como estereótipo de homem perfeito, bonito, confiante, charmoso, com poder e de sucesso, e na realidade ter alguns traços que o tornaram imperfeito, deu mais brilho à história. Tenho que voltar a realçar a escrita da Vi Keeland pois acredito que fez toda a diferença e o que distingue esta história de algo comum e banal.


⭐⭐⭐⭐

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