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Joanne (Lady Gaga)

  • 21 de abr. de 2021
  • 2 min de leitura


PT Para quem não sabe, “Joanne”, o título do quinto álbum de Lady Gaga, vem do nome da sua falecida tia, Joanne Stefani Germanotta, que era muito especial para a cantora, sendo que a temática do álbum está relacionada com a família e as emoções da vida. O álbum foi lançado a 21 de Outubro de 2016 e era sabido que várias críticas estariam associadas ao álbum, não fosse a artista já controversa o suficiente.

Com este álbum a cantora decidiu mudar um pouco de estilo, deixando o pop mais comercial e envergando por um estilo mais rock e country, acrescentando uma pitada do seu pop característico. Esta mudança fez com que se gerassem muitas críticas, umas positivas e outras negativas, uns porque já não reconheciam a cantora e afirmando que tinha perdido o seu carisma e o seu status na pop, enquanto que outros afirmavam que a mudança fez bem à cantora e que permitiu ver determinados detalhes que antes não tinham sido vistos, nomeadamente em termos de escrita, uma vez que se trata de um álbum bastante pessoal.

Para promover o álbum foram lançados três singles. O primeiro single foi a faixa "Perfect Illusion", que acaba por fazer a transição entre o estilo pop dos álbuns anteriores e o que estaria por vir, aliando ainda o rock, sendo que os vocais da cantora são apresentados de forma crua e sem grandes efeitos, exibindo que estava a chegar uma nova era. De seguida, e provavelmente o single com maior sucesso do álbum, Millions Reasons”, uma balada country que fala do amor efémero, através de uma faixa bastante simples, acompanhada apenas por uma guitarra e um piano. Por fim, foi lançada a faixa Joanne, a 22 de Dezembro de 2017,que fala acerca da sua relação com a tia, acabando por servir de mote para os prémios Grammy, onde a cantora venceu o Grammy de Melhor Performance Pop Solo.

Não é de todo o meu álbum favorito da cantora, mas tem algumas músicas que acabam por me levar até ele, nomeadamente os singles e as faixas Diamond Heart”, “A-Yoe John Wayne, sendo que esta última obteve até um videoclipe dirigido pelo diretor Jonas Åkerlund, que já tinha trabalhado com a cantora no vídeo da música “Telephone”, pelo que até se esperava uma continuação deste vídeo, que terminou de forma incompleta. Além disto, a cantora também trabalhou ainda com o produtor RedOne na faixa Angel Down”, esperando muitos uma faixa mais dançável, como “Poker Face” ou “Bad Romance”, mas a faixa era apenas mais uma balada.

“Joanne” não é um mau álbum mas ficou muito aquém daquilo a que a cantora nos estava constantemente a oferecer, desde músicas poderosas e refrões contagiantes, acabando por ser um álbum que vive apenas dos seus singles e pouco mais que isso.


⭐⭐⭐

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